Virgínia Imaz

Para Virginia Imaz contar é falar com uma voz mais velha do que as pedras, recuperar a memória das gentes que nos precederam no ofício de viver. Narrar como se estivessemos  junto ao fogo de casa, acendendo as recordações até que ardam todos os medo e nos abrasem todos os desejos.

Em 1962 nasceu para dois mundos: o que chamam real e o que dizem que se chega pela porta dos contos. Fez o seu ninho nesse umbral de magia. Quando era criança teve a sorte de ter muitas pessoas à sua volta que contavam história e acreditou que contar era uma forma de ser gente. Precisa de escutar e contar histórias como de respirar. Conta profissionalmente desde 1984, histórias que ouviu que leu ou que inventou e todas elas com algo em comum.  Contou em todo o tipo de lugares e para pessoas de todas as idades, naufrágios e sonhos.Frequentemente perguntam-lhe se podemos viver do conto. Diz que só sabe que não pode viver sem eles.

E que tenha de repente – Oficina sobre a arte de contar contos

1) Oralidade primária, secundária e terciária. Aprender a escutar para aprender a contar.
Vocabulário activo e passivo.

2) Repentização. A memória do coração. A memória como ofício. 

A paixão de dizer.

3) O tempo do relato.

4) A linguagem metafórica.  Símbolos e arquétipos. Os nomes próprios como destino.

5) O mal e a perversão dos contos. Protagonistas das história.

6) O conto como viagem. Viagens com e sem regresso . A reparação.

7) O Conto como árvore. O espírito profundo dos contos.

O ponto de vista. O conflito.

8) Contar com os contos  para educar.

Vai Andarilhar por Beja em:

24 de agosto sexta-feira
15h30 – 17h30 EXPERIMENTAR | FRUIR #
Oficina: E que tenha de repente – Oficina sobre a arte de contar contos
Escola Secundária Diogo Gouveia

25 de agosto sábado
22h30
FESTIVAL DA NARRAÇÃO
Virginia Imaz (em castelhano)
Auditório do Jardim Público

26 de agosto domingo
10h00 OLHARES
Virgínia Imaz | Rita Taborda Duarte
Narrare humanum est
Auditório do Jardim Público 
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