Margarida Junça

“Foi em Évora que acordei para VIR AO MUNDO.Terra onde finquei raízes de afetos, Flori sonhos e Colhi o fruto, ora amargo ora doce, do tamanho das vontades que ousei plantar. É BARALHANDO HISTÓRIAS, voltando a ouvir e a contar que(me) vou contando. Gosto de contar o tempo, de percebê-lo. Talvez, por isso, goste de o conjugar verbalmente no gerúndio, dando-lhe uma Ideia de infinitude, ainda que ilusória. Na minha bagagem carrego livros, muitos livros, guardo canto que me é chão e até um FAROL SÓ MEU para não esquecer o norte do caminho. Carrego medos grandes e pequenos e um grande espaço VAZIO. FEITO À MÃO levo os livros de pano que nascem das minhas memórias e de inúmeros retalhos de pano. COM O TEMPO descobri que PARA SEMPRE é muito tempo e que, mais cedo ou mais tarde, o TRANGLOMANGLO virá bater-me à porta. Depois apenas ficarei, para sempre, no MUSEU DO TEMPO daqueles que me quiserem guardar na sua memória. EU ESPERO… enquanto vou contando.”

Vai Andarilhar por Beja em:

23 a 26 de agosto quarta-feira a domingo
10h00 – 13h30 / 16h30 – 23h00
MERCADINHO ANDARILHO
livreiros | editores | projectos | ilustradores

24 de agosto sexta-feira
18h30 Livros na ponta dos dedos
Margarida Junça | Público: pais e filhos.
Jardim Público: Canteiro 2

26 de agosto domingo
18h30 Livros nas pontas dos dedos
Margarida Junça | Público: pais e filhos
Jardim Público: Canteiro 2